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22 de agosto de 2010

JAMES WATSON FALA COMO DESCOBRIU O DNA

James Dewey Watson, nascido em 6 de abril de 1928, dividiu o Prêmio Nobel de medicina de 1962 com Francis Crick e Maurice Wilkins. De 1968 a 1993, Watson dirigiu o laboratório Cold Spring Harbor (Nova York), que preside desde 2003. Foi o primeiro diretor do programa de sequenciamento do genoma humano. É um dos autores do “modelo de dupla hélice” para a estrutura de DNA.
Neste vídeo vamos perceber que a pretensão de James Dewey Watson, era ser um naturalista longe da agitação urbana da cidade onde crescera. Quando cursava o 3º ano na Universidade de Chicago houve uma mudança de suas intenções inspirada pelo livro O que é vida, do Físico austríaco, pai da mecânica ondulatória, Erwin Schrödinger. O livro O que é vida, publicado em 1944, era o resultado de diversas palestras proferidas por Schrödinger no Instituto de Estudos Avançados de Dublin. 
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21 de maio de 2010

A CRIAÇÃO DA PRIMEIRA CÉLULA VIVA SINTÉTICA

No dia 20 de maio/2010, uma quipe de cientistas comandadas pelo Instituto J. Craig Venter (JCVI) da Califórnia, usando as ferramentas da biologia sintética, conseguiu injetar um genoma sintético dentro de uma célula hospedeira (previamente esvaziada de atuação de vida, ou seja, sem DNA) de uma bactéria. Embora eles chamem de "célula sintética", apenas seu genoma é sintético. O genoma sintético, com mais de um milhão de pares de bases, conseguiu reavivar a célula hospedeira e esta começou a crescer e reproduzir-se. Esta célula bacteriana viva, cujo genoma é sintético, foi chamada de Mycoplasma mycoides JCVI-SIN1.0.

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9 de março de 2010

A Via Láctea

A Terra está localizada no sistema solar, que por sua vez está localizado na galáxia chamada de “Via Láctea”, um termo oriundo dos gregos antigos que, ao observarem as estrelas, contemplavam o plano da faixa luminosa que vemos no céu e a comparavam com um “caminho de leite”. Galileo Galilei (1564 – 1642), no século 17, usando seu telescópio observou que a Via Láctea consistia em aglomerados estelares e provou que a Terra não é o centro do universo. 

Atualmente, observações astronômicas indicam que uma galáxia aglomera milhares de objetos astronômicos, ou seja, estrelas de nêutrons, anãs brancas, bilhões de estrelas, poeiras estelares, buracos negros, nuvens escuras de poeira, restos de supernovas e nebulosas. Todos estes objetos astronômicos estão em movimentos de rotação ao redor de si mesmo e ao redor da centro de massa da galáxia a qual pertecem. Novas estimativas apontam que a nossa Via Láctea possui cerca de 400 bilhões de estrelas, além de gás e poeira.

A Via Láctea, com forma de disco e diâmetro de 100000 anos-luz ( 1 ano-luz equivale a 9,5 trilhões de km), é dividida basicamente em : disco, halo , braços espirais, bulbo central e núcleo .

O disco é composto por aglomerados de estrelas azuis (jovens), poeiras e gases estelares. O halo esférico, que envolve o disco e se estende além dos seus limites, está centrado no núcleo da galáxia, sendo composto basicamente por gases altamente ionizados , raios gama, matéria escura e estrelas vermelhas (velhas), com origens na formação inicial da galáxia, entre 10 a 13 bilhões de anos atrás.

Os braços espirais são regiões espirais constituídas por grandes quantidades de estrelas azuis e estão em movimento rotatório em torno do núcleo. O nosso Sol (amarelo – adulto) está em um dos braços da Via Láctea, chamado de órion. O bulbo central galáctico, formado por estrelas vermelhas e por elementos pesados, circunda o núcleo galáctico e o núcleo esférico está localizado na parte central da Via Láctea, constituído por estrelas vermelhas (Velhas).

O Sol, localizado na borda do disco da galáxia, gira em torno do centro da Via Láctea a cada 250 milhões de anos e o centro da Via Láctea fica distante do Sol cerca de 30000 anos-luz . Estamos mais próximos da borda do que do centro da galáxia. A galáxia mais próxima da nossa é a Anã de Sagitário, a 80000 anos-luz do sistema solar.
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12 de fevereiro de 2010

AS CAMADAS DA ATMOSFERA

A atmosfera terrestre é composta basicamente pelos elementos: nitrogênio (78%), oxigênio (21%), argônio (0,93%) e vapor d’água. A primeira camada é a troposfera, região que envolve a Terra, com cerca de 80% do ar que respiramos. É na troposfera, primeira camada da atmosfera,  que se concentram os poluentes e viajam os aviões a jato, os balões, ocorrem os fenômenos atmosféricos, os ventos, as chuvas, a neve, as tempestades. Basicamente é composta de ar seco (nitrogênio, oxigênio, argônio, óxido carbônico, neônio, hélio e hidrogênio). Tem uma altura variável de 8km a 10km, nos pólos, e 18 km na linha do equador. Sua espessura média é de 12km.

A ESTRATOSFERA

A segunda camada é a estratosfera que vai do fim da troposfera até uma altitude de 50km. Nesta camada localiza-se a camada de ozônio, o ar é muito rarefeito, a quantidade de vapor d’água é muito pequena, passam aviões supersônicos, balões meteorológicos, ocorre o efeito estufa, o nitrogênio é dissociado e a radiação ultravioleta do Sol é absorvida pela camada de ozônio, portanto a estratosfera atua como um filtro de radiação ultravioleta. É na estratosfera que acontece o fenômeno da difusão da luz (vemos o céu azul), e à medida que aumenta sua altitude, há um aumento de sua temperatura.

A MESOSFERA

A terceira camada é a mesosfera que se estende de 50km a 85km de altitude. É nesta camada que os meteoróides se incendeiam, o ar (composto principalmente por ozônio e vapor de sódio) fica mais rarefeito e a temperatura diminui com a altitude, chegando a baixíssimas temperaturas (cerca de –90°C).

A TERMOSFERA

A quarta camada é a termosfera que se estende de 85km, ou seja, do final da mesosfera até aproximadamente 550km de altitude. Nesta camada passam os ônibus espaciais e sua temperatura aumenta com a altitude chegando a atingir cerca de 1000°C.

Observação: A radiação solar interage com os componentes da atmosfera originando os íons e a camada IONOSFERA que se estende da mesosfera até a termosfera (aproximadamente 550km de altitude). Em virtude da densidade de elétrons, a ionosfera é dividida nas seguintes camadas (regiões iônicas): Camada D, camada E e a camada F.

A camada D, mais próxima da Terra, vai de aproximadamente 50 a 100km e absorve maior quantidade de energia eletromagnética, apresentando densidade máxima de aproximadamente 1000 elétrons/centímetros cúbicos. A frequência de colisão dos elétrons e moléculas é da ordem de 10 megahertz. A densidade destas camadas varia em função do tempo e, normalmente, à noite a camada D desaparece.

A camada E, que precede a camada D, continua da altitude aproximada de 100km até 130km e apresenta densidade máxima de aproximadamente 100000 elétrons/centímetros cúbicos. A frequência de colisão dos elétrons e moléculas é da ordem de 1 kilohertz.

A camada F continua de aproximadamente 130km até 500km apresentando densidade máxima de aproximadamente 10000000 elétrons/centímetros cúbicos. A frequência de colisão dos elétrons e moléculas é da ordem de 1 hertz.

A EXOSFERA

A quinta e a mais externa camada é a exosfera que se estende do final da termosfera e chega a aproximadamente 800km de altitude, chegando a se confundir com o espaço sideral, possui densidade muito pequena, ar muito rarefeito, formada basicamente por gás hidrogênio e hélio . Esta camada antecede o espaço sideral e sua temperatura chega a aproximadamente 1000°C. Nesta camada ficam os telescópios espaciais e os satélites de transmissão de informações e nela há regiões formadas basicamente por particulas carregadas, atraídas pelo campo magnético da Terra, chamadas cinturões de partículas (Cinturões de Van-Hallen). Nesta camada existe dois cinturões de partículas (Cinturões de Van-Hallen), que são regiões no espaço, acima do equador terrestre, formadas basicamente por partículas altamente carregadas (prótons, elétrons e íons atômicos - originados pelo vento solar e pelos raios cósmicos) aprisionadas pelo campo magnético terrestre. O primeiro, e mais baixo cinturão de Van Allen, está em uma região compreendida entre aproximadamente 800km a 6000km acima da superfície da Terra e o segundo, e superior cinturão de Van Allen, está em uma região compreendida entre aproximadamente 125000km a 36000km acima do equador..
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9 de outubro de 2009

INFOGRÁFICO ANIMADO: CICLO DA ÁGUA, USINA HIDRELÉTRICA E TRATAMENTO DA ÁGUA

Clique abaixo e assista a animação das etapas de tratamento de água da ETA da Sabesp:
Etapas de tratamento de água da Sabesp
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